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— Não era uma doença conhecida, e um dos meus objetivos, ao falar dessa doença nas redes sociais, é que ela fique conhecida, que laboratórios no mundo entendam que existem pessoas que vivem com ela e se interessem em fazer um ensaio clínico para a cura. Todo esse movimento que eu faço é com a grande esperança de que as pessoas conheçam mais e possamos chegar nesse ponto. Hoje, eu lido de forma muito positiva com a condição genética do meu filho. Já que não existe cura, então vamos viver essa condição da melhor forma possível. Mas, quando eu recebi o diagnóstico, não foi fácil, nunca é. Só que diagnóstico não é destino. Isso é uma condição dele, mas não o define. Tenho uma rede de apoio, mas, para muitas mães, isso não é fácil. A maternidade atípica é, sim, um grande desafio, mas não podemos deixar que um diagnóstico conduza a nossa história. Esse momento da dor também foi importante, mas se transformou em esperança, amor e acolhimento. A rede de apoio é importantíssima para isso.
Fonte do Artigo
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