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A Vale (VALE3) apresentou resultados do 2T26 ligeiramente melhores do que o esperado pela XP, com Ebitda Ajustado Pro Forma de US$ 4,1 bilhões (cerca de 3-4% acima das estimativas e do consenso), impulsionado principalmente por um desempenho melhor do que o previsto nos custos operacionais da divisão de Minério de Ferro (US$ 24,1/t, mais 4% acima da expectativa). A Vale revisou para cima sua projeção para 2026, elevando os custos operacionais para US$ 22,5-23,5/t e os custos totais para US$ 58-62/t, amplamente esperado pelo mercado, refletindo a valorização do real e os preços spot mais altos do Brent, com o mercado já utilizando um valor superior a US$ 23/t como base para os custos operacionais. Outros destaques positivos incluem uma projeção ligeiramente melhor para a produção de cobre (360-380 kt) e níquel (185-200 kt), o anúncio de um dividendo de US$ 1,7 bilhão (aproximadamente R$ 2,03/ação, rendimento anualizado de 5,3%) e um novo programa de recompra de ações de até 100 milhões de ações (aproximadamente 2,3% das ações em circulação). No geral, a XP mantém recomendação neutra.
Fonte do Artigo
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