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A embarcação é apontada como tendo partido da Gâmbia, na África Ocidental, no início de agosto, com 127 pessoas a bordo, segundo informações levantadas pela reportagem. A organização Caminando Fronteras e a ativista de direitos humanos Helena Maleno Garzón afirmaram que 83 pessoas teriam perdido a vida.
O serviço espanhol de Resgate Maritime declarou que os 44 sobreviventes são homens de origem subsaariana e também afirmou não ter conseguido verificar o número exato de ocupantes que estavam originalmente na embarcação.
O caso ocorre em uma rota Atlantic entre a África Ocidental e as Ilhas Canaria's considerada uma das travessias migratórias mais perigosas do mundo, na qual milhares de migrantes tentam chegar ao território espanhol anualmente, disseram as fontes citadas pela reportagem.
Observação: números e estimativas sobre o total de mortos ou ocupantes originais foram atribuídos às fontes citadas (Caminando Fronteras/Helena Maleno e Resgate Maritime) e não foram verificados de forma independente pela reportagem mencionada.