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O Salvamento Maritime informou que os 44 resgatados são homens de origem subsaariana. Três deles foram transferidos por via aérea para hospitais em condição crítica; os demais foram transportados por mar até Gran Canaria e desembarcaram nas primeiras horas de quinta-feira.
As equipes não puderam recuperar os cinco corpos localizados na embarcação devido às condições adversas no mar, com ventos de cerca de 20 nós e ondas de 2,5 metros, conforme comunicado citado pela reportagem.
A embarcação é apontada como tendo partido da Gâmbia, na África Ocidental, no início de agosto, com cerca de 127 pessoas a bordo, segundo relatos citados pela reportagem. No entanto, as autoridades disseram não ter verificado de forma independente quantas pessoas estavam originalmente na embarcação.
A ativista de direitos humanos Helena Maleno Garzón, fundadora da ONG Caminando Fronteras, afirmou que 83 pessoas teriam perdido a vida; essa contagem foi mencionada na cobertura, mas não foi confirmada oficialmente pelas equipes de resgate.
Fernando Clavijo, chefe do governo das Ilhas Canaria's, publicou no X que "é intolerável que vidas continuem a ser perdidas. As Canaria's não podem se acostumar nem aceitar como normal o fato de o Atlantic continuar sendo uma armadilha mortal".
As informações deste texto são baseadas em reportagem da BBC com origem editorial citada como Reuters, publicada em 3 de setembro de 2026.