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O mercado financeiro brasileiro registrou uma sessão de ajuste na quarta-feira, 7 de outubro de 2026, quando o dólar voltou a operar acima de R$ 5 e o Ibovespa recuou, segundo a CGN, com informações da Reuters e da Agência Brasil.
O movimento interrompeu o rali pós-primeiro turno das eleições e refletiu o ambiente externo: bolsas internacionais em queda, juros dos Treasuries em alta e o petróleo permanecendo acima de US$ 100 por barril.
O dólar à vista fechou a R$ 5,016, com alta de 0,83% na sessão, depois de alcançar R$ 5,017 na reta final dos negócios, segundo a CGN. O movimento interrompeu dois pregões consecutivos de queda em que a moeda havia acumulado baixa de 4,65%.
Externamente, o índice DXY avançou 0,36%, a 102,280, após tocar 102,499. A trajetória dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos também foi acompanhada: a taxa do título de dez anos chegou a 5,36% antes de recuar à região de 5,28%.
O Ibovespa fechou em queda de 0,74%, aos 204.302,33 pontos, após oscilar entre mínima e máxima durante o pregão. Apesar do recuo, o índice acumula alta de 9,64% no mês e de 26,8% em 2026, de acordo com a CGN.
Os preços do petróleo perderam força ao longo da tarde, mas o Brent para dezembro manteve-se acima de US$ 100 por barril, em meio a novas tensões no Oriente Médio, segundo a CGN. No mercado de juros dos EUA, a ata do Federal Reserve de setembro mostrou divergências entre dirigentes sobre a elevação da taxa básica, mantendo a inflação como foco.