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Os jogos da Copa do Mundo são momentos perfeitos para reunir amigos e familiares para torcer juntos e transformar cada partida em uma verdadeira confraternização. Nessas ocasiões, a comida costuma ocupar um papel de destaque, ajudando a tornar a experiência ainda mais especial.
“Quando pensamos em jogos, torcida e encontro entre amigos ou familiares, a comida ocupa um papel muito maior do que apenas ‘acompanhar’ a transmissão. Ela organiza a mesa, aproxima as pessoas, cria memória afetiva e transforma a partida em uma experiência de convivência”, afirma Willian Zarpelon, professor de Gastronomia na UniRitter.
Em 2026, a competição será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, três países conhecidos pela diversidade gastronômica e por pratos típicos que fazem sucesso ao redor do mundo. Por isso, o torneio também pode ser uma oportunidade para explorar sabores tradicionais dessas nações enquanto acompanha os jogos. Confira!
No México, um preparo típico é o guacamole. Ele leva ingredientes como abacate, tomate, cebola, pimenta, coentro e limão. Pode ser consumido com nachos ou algum tipo de salgadinho. Willian Zarpelon indica limonada com hortelã, água saborizada com limão ou cervejas leves como acompanhamento. “A acidez e o frescor equilibram a gordura do abacate e a intensidade dos temperos”, explica.
O docente conta que “a cultura norte-americana tem forte relação com comida de estádio, lanches rápidos e preparações para compartilhar”. Por isso, os lanches temáticos podem ser mini cachorros-quente ou mini-hambúrgueres. Como opções de bebida que combinam com pão, molho e proteína, algumas opções são refrigerante, chá gelado, cerveja lager ou suco de uva integral.
A poutine é um prato canadense composto por batata frita e molho gravy, que é um tipo de molho de carne e queijo. “Em versão petisco, pode ser servida em porções menores, mantendo a ideia de conforto e partilha”, indica Willian Zarpelon. Uma opção é substituir a batata frita por rústica. As combinações de bebida podem ser chá gelado, cerveja amber ou lager e água com gás e limão, pois são opções que ajudam a limpar o paladar.
Segundo Willian Zarpelon, a mesa se torna um ponto de encontro antes, durante e até depois das partidas, contribuindo para tornar a experiência mais memorável. “A comida tem um papel social muito importante nesses momentos. Ela cria o ambiente da confraternização. Antes mesmo de o jogo começar, as pessoas já se reúnem em torno da mesa, comentam as preparações, compartilham sabores e constroem uma experiência coletiva”, diz.
Ele também aponta que as preparações ajudam a marcar os momentos de pausa e até mesmo a aliviar a tensão. Mas ressalta que, para isso, é importante escolher pratos que sejam saborosos, diversos e convidativos para todos. Se um prato inspirado em outro país não é uma opção que agrada, existem alternativas, como:
Todas essas opções são práticas porque podem ser porcionadas e adaptadas para o gosto de cada grupo. “A melhor escolha é aquela que combina sabor, praticidade e convivência”, conclui Willian Zarpelon.
Por Letícia Santos
Fonte do Artigo
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