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As autoridades dizem que a foto falsa gerou preocupação pública e que a agência nacional de água interrompeu trabalhos no maior reservatório da cidade por dois dias após ser informada de um avistamento. Equipes da agência e do parque nacional realizaram buscas, e organizações de remo e canoagem foram instruídas a suspender atividades na área.
Ye Lin, que é do Myanmar, disse ao tribunal por meio de um intérprete que pretendia se declarar culpado, conforme reportado pela mídia local citada pela BBC.
De acordo com a BBC, em Singapura o envio de mensagem falsa pode acarretar até três anos de prisão, multa de até S$10.000 (dólares de Singapura) ou ambos.
O caso deve retornar ao tribunal em novembro. Se for considerado culpado, Ye Lin pode enfrentar pena de prisão e multa, conforme informou a reportagem.