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O Senado Magno Malta (PL-ES) afirmou nesta quarta-feira, 7 de outubro de 2026, que eventuais "acenos" do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes ao bolsonarismo não retirarão o impeachment da lista de prioridades da direita para 2027, segundo CGN da Agência Estado republicada pela CGN.
As declarações foram feitas a jornalistas após um encontro de Flávio Bolsonaro (PL) com parlamentares do partido. Malta criticou a tentativa de aproximação e citou ainda decisões recentes do Supremo.
Sobre Alexandre de Moraes, Malta disse: “A gente sabe quem ele é. Não adianta se pintar de verde e amarelo agora e tentar botar um rosário na mão e uma Bíblia na outra mão. Nós o conhecemos”, segundo a Agência Estado/CGN.
O Senado também comentou a autorização do ministro Alexandre de Moraes para a progressão ao regime semiaberto de Débora Rodrigues dos Santos, Conhecido como "Débora do Batom", citada pela reportagem como exemplo de decisões recentes do STF.
Malta afirmou que a direita atuará, a partir de 2027, como um “pitbull”: “O Senado hoje tem pitbull à vontade, sem vacina, e que vai cumprir o papel. Fizeram campanha assim. A Câmara dos Deputados também. Hoje nós temos uma maioria absoluta para poder fazer o reequilíbrio dos Poderes no Brasil e trazer a democracia de volta”, declarou, segundo CGN com origem na Agência Estado.
Segundo o Senado, o PL também dará prioridade a uma anistia para os condenados pelos atos de 8 de Janeiro. Malta afirmou: "Não tem acordão, tem impeachment mesmo. E também não queremos fazer anistia, queremos anular todo esse processo. E temos maioria para isso. Vamos fazer", informou a reportagem.