Newsletter Subscribe
Enter your email address below and subscribe to our newsletter
Enter your email address below and subscribe to our newsletter







Um levantamento recente traz à tona uma realidade preocupante sobre a segurança das brasileiras. Conforme informação divulgada pelo Senado Federal, estima-se que 38% das mulheres com deficiência no país já foram vítimas de algum tipo de violência doméstica.
O dado representa cerca de 4 milhões de pessoas que enfrentam essa forma de violação de direitos no ambiente que deveria ser de proteção. A pesquisa destaca a fragilidade dessas mulheres diante de ciclos de abusos recorrentes.
Além da alta taxa de ocorrências, o estudo aponta um gargalo crítico no combate a esse problema. Mais de 80% das vítimas de violência doméstica não chegam a realizar a denúncia formal contra seus agressores após os ataques.
A falta de registros oficiais dificulta a criação de políticas públicas eficazes e direcionadas. Quando a violência doméstica não é reportada, as autoridades perdem a oportunidade de intervir e interromper o ciclo de agressões que atinge mulheres com deficiência.
A subnotificação é um dos maiores obstáculos para garantir a segurança e a integridade física desse grupo populacional.
O combate à violência doméstica exige um esforço conjunto da sociedade e do Estado.
A conscientização sobre os direitos dessas mulheres é essencial.
1. Qual a porcentagem de mulheres com deficiência que já sofreram violência doméstica?
Segundo o Senado Federal, estima-se que 38% das mulheres com deficiência no Brasil já sofreram algum tipo de violência doméstica.
2.
3. As vítimas costumam denunciar os agressores?
Não. A pesquisa indica que mais de 80% das mulheres com deficiência que sofrem violência doméstica não realizam a denúncia dos ataques.
4. Por que a subnotificação é um problema grave?
A subnotificação dificulta o mapeamento preciso do problema e impede a implementação de medidas protetivas e políticas públicas eficazes para apoiar as vítimas.
5. Onde encontrar a fonte desta informação?
Os dados foram divulgados pelo Senado Federal em setembro de 2026, conforme registros oficiais da instituição.