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“Flávio vai aos EUA para reagir, porque é só o que sua campanha sabe fazer”, diz Andreazza
Andreazza fala sobre o pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na audiência pública em Washington (EUA). Crédito: Estadão
O senador republicano Lindsey Graham, um dos principais aliados do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, morreu neste sábado, 11, aos 71 anos, em decorrência de uma “breve e repentina doença”, informou seu gabinete.
“Na noite de sábado, 11 de julho, o senador dos Estados Unidos Lindsey Graham faleceu em decorrência de uma breve e repentina doença”, afirmou o gabinete do parlamentar da Carolina do Sul em comunicado divulgado na rede social X.
Segundo a nota, a família agradeceu as manifestações de apoio e pediu privacidade “neste momento extremamente difícil”.
Parlamentar da Carolina do Sul foi um dos principais aliados do presidente Donald Trump no Congresso e defensor de uma política externa mais dura em relação ao Irã e de apoio a Israel Foto: AP Photo/Rainier Ehrhardt
Graham iniciou sua trajetória no Congresso em 1994, quando foi eleito para a Câmara dos Representantes. Em 2002, conquistou uma cadeira no Senado, para a qual foi reeleito em 2008, 2014 e 2020. Atualmente, presidia a Comissão de Orçamento da Casa.
Ao longo de sua carreira, tornou-se uma das vozes mais influentes do Partido Republicano em temas de política externa. Embora tenha sido crítico de Trump durante as prévias republicanas de 2016, aproximou-se do presidente após sua eleição e passou a integrar seu círculo de aliados mais próximos no Senado.
Defensor de uma linha dura contra o Irã e forte apoiador de Israel, Graham ganhou destaque nos últimos anos por defender o aumento da pressão militar e diplomática sobre Teerã.
O governador da Carolina do Sul, Henry McMaster, prestou homenagem ao senador, chamando-o de “insubstituível”.
“O mais combativo defensor da Carolina do Sul e dos Estados Unidos — e um amigo leal e constante”, escreveu McMaster no X.
O presidente de Israel, Isaac Herzog, afirmou ter recebido a notícia da morte com “choque e profunda tristeza”.
“Graham era um exemplo de clareza moral e um verdadeiro líder da parceria entre Estados Unidos e Israel”, escreveu Herzog. “Nunca esqueceremos como esteve ao lado do povo de Israel em nossos momentos mais difíceis. O povo de Israel lamenta sua perda, e eu sentirei profundamente a falta do meu grande amigo.”/com AFP
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