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O Parque Nacional do Iguaçu, localizado no Paraná, foi palco de uma fatalidade nesta terça-feira, quando uma embarcação de passeio virou durante um roteiro turístico. O incidente vitimou um jovem holandês de 25 anos, que não resistiu após sofrer uma parada cardiorrespiratória.
Este é o primeiro caso com morte registrado no local em 26 anos, conforme informações divulgadas pelo portal g1. O histórico de segurança da unidade, que recebe visitantes do mundo inteiro, ganha agora uma atenção rigorosa das autoridades competentes.
A seguir, entenda os detalhes da investigação, o histórico da empresa operadora e as medidas imediatas tomadas pelos órgãos ambientais para garantir a segurança dos turistas após este episódio lamentável.
Até a ocorrência desta terça-feira, o Parque Nacional do Iguaçu não registrava mortes em passeios de barco há 26 anos. O último evento grave havia ocorrido em 5 de setembro de 1999, quando sete pessoas faleceram após uma colisão entre dois barcos infláveis da empresa Macuco Safari.
No caso mais recente, o turista holandês Mark Lensink estava acompanhado de sua noiva e familiares no momento em que o barco virou. Embora todos os oito ocupantes tenham sido resgatados pelas equipes de socorro, o jovem não resistiu ao afogamento e à parada cardiorrespiratória sofrida.
A Marinha do Brasil, por meio da Capitania Fluvial do Rio Paraná, iniciou uma investigação detalhada para identificar as causas e eventuais responsabilidades pelo acidente. A Polícia Civil também está atuando no caso para coletar evidências sobre o ocorrido.
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) afirmou que a concessionária possui documentação regular. No entanto, como medida preventiva, as atividades do Macuco Safari foram suspensas por três dias a partir desta quarta-feira, visando a apuração dos fatos.
A Macuco Safari, que atua há 40 anos no parque, lamentou profundamente a morte do turista e garantiu que está prestando todo o auxílio necessário aos sobreviventes. A empresa reforçou que cumpre requisitos de segurança e possui a certificação ABNT NBR ISO 21101.
Em nota oficial, a companhia afirmou que está colaborando integralmente com os órgãos públicos. A empresa destacou que utiliza embarcações modernas e que o resgate imediato foi realizado com atuação integrada de equipes operacionais logo após o barco virar.
Havia quanto tempo que o parque não registrava mortes? O local não registrava acidentes fatais em passeios de barco há 26 anos, sendo o último em 1999.
O que causou o acidente com o turista holandês? As causas exatas ainda estão sendo apuradas pela Marinha do Brasil e pela Polícia Civil.
A empresa possui autorização para operar? Sim, segundo o ICMBio, a documentação da concessionária está regular e a empresa possui certificações de segurança.
Houve outros acidentes no local? Em 2007, um barco com turistas chineses virou, mas, embora tenha havido feridos, não houve registros de mortes naquela ocasião.
As atividades foram interrompidas? Sim, o ICMBio determinou a suspensão dos passeios da empresa por três dias a partir da quarta-feira para viabilizar as investigações.