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Um homem de 44 anos está mantendo um casal de idosos como refém desde as 9h desta terça-feira em um condomínio residencial na cidade de Londrina, no norte do Paraná, conforme informou a Polícia Militar do Paraná (PM-PR). O incidente começou depois que o homem entrou em surto ao descobrir que a família pretendia encaminhá-lo para atendimento psiquiátrico.
Antes de manter os reféns, ele se desentendeu com a esposa e esfaqueou o cunhado. Na sequência, o suspeito invadiu dois apartamentos vizinhos e reteve os idosos de 60 e 67 anos em um dos imóveis, colocando-os em um sofá próximo à porta para impedir a entrada da polícia.
Equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) foram deslocadas de Curitiba para Londrina para tentar a negociação com o homem, que estava armado com uma faca, mas, segundo a PM, não está mais com a arma e nem os reféns estão feridos. Apesar disso, até o momento da última atualização, ele não liberou os idosos nem se entregou.
O capitão Emerson Castro, da Polícia Militar, afirmou que o homem já conversou com os policiais, e as negociações continuam de forma incansável para garantir a segurança de todos os envolvidos. A polícia também autorizou o acesso dos moradores ao condomínio, com exceção do oitavo andar, cuja passagem está controlada.
O homem mora há 12 anos no condomínio com a esposa e os filhos. De acordo com a polícia, a crise começou quando ele soube da intenção da família de interná-lo para avaliação psicológica, o que gerou o surto e a agressão ao cunhado. Os policiais também informaram que, embora o homem tenha invadido o apartamento do casal, eles não se conheciam anteriormente.
Além do Bope, outras equipes da Polícia Militar estão envolvidas na operação para manter a segurança dos moradores e dos envolvidos. O capitão Emerson Castro ressaltou que o objetivo principal é a preservação da integridade física das vítimas e do suspeito. Por enquanto, a situação permanece sob negociação.
Trata-se de um homem de 44 anos que mora há 12 anos no condomínio de Londrina com a esposa e os filhos.
Um casal de idosos, com 60 e 67 anos, vizinhos do suspeito, que não o conheciam previamente.
Segundo a Polícia Militar, o surto foi desencadeado após ele descobrir que a família pretendia encaminhá-lo para atendimento psiquiátrico.