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O Corinthians abriu nesta quinta-feira, 1º de outubro, o registro de candidaturas para a eleição presidencial do clube. As inscrições vão até o dia 15 de outubro, e a votação está prevista para 28 de novembro, no Parque São Jorge, segundo a Agência Estado, em reportagem publicada no CGN.
Apesar do calendário eleitoral em curso, o pleito corre risco por conta de uma ação que tramita na 13ª Vara Cível de São Paulo. A iniciativa pede o afastamento da atual diretoria e a nomeação de um interventor temporário, alegando graves supostas irregularidades financeiras e administrativas, de acordo com a mesma reportagem.
Segundo a Agência Estado/CGN, a ação formulada na 13ª Vara Cível requer a intervenção no clube para convocar novas eleições. A Justiça negou a liminar de urgência e o Ministério Público se manifestou contra uma intervenção imediata, mas o processo segue em andamento, mantendo o impasse jurídico que pode afetar a realização da votação.
O presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, afirmou que a possibilidade de não haver votação existe enquanto a questão estiver judicializada. Tuma Jr. sugeriu que a diretoria faça um gesto ao Ministério Público e proponha a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com alterações defendidas pelos promotores responsáveis, Luiz Ambra Neto e André Paschoal, para buscar estabilidade institucional.
O registro de candidaturas foi aberto em 1º de outubro, com prazo até 15 de outubro para formalização. A votação está marcada para 28 de novembro no Parque São Jorge, segundo CGN da Agência Estado publicada no CGN.
Até o momento informado pela fonte, cinco pré-candidatos já se lançaram: Sérgio Janikian, André Negão, Rozallah Santoro, André Castro e José Augusto Mendes. A reportagem também aponta que ainda não está decidido se o atual presidente da diretoria, Osmar Stábile, poderá disputar a reeleição.
Romeu Tuma Júnior citou a grave situação administrativa e financeira do clube, que enfrenta uma dívida apontada pela reportagem em R$ 2,8 bilhões. Ele defendeu sua atuação no Conselho e afirmou ter proposto mudanças estatutárias para aumentar controle e efetividade.
A matéria lembra que a Assembleia-Geral de sócios, marcada para 19 de setembro para tratar mudanças no estatuto, foi suspensa por decisão judicial. A liminar atendeu a um recurso apresentado pelos conselheiros vitalícios Ademir de Carvalho Benedito, Alexandre Husni e Guilherme Strenger, que alegaram suposta irregularidade na votação dos destaques estatutários.