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O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) afirmou preferir um Estado mínimo e fiscalmente responsável, mas disse ser contra o que classificou como a “ausência de Estado” defendida pelo presidente da Argentina, Javier Milei. A declaração foi dada durante sabatina da Jovem Pan em 7 de setembro de 2026, segundo CGN da Agência Estado publicada pela CGN.
Questionado sobre correntes econômicas, Cury afirmou que a escola austríaca é interessante e que o keynesianismo estimula intervenção excessiva do Estado, posição que ele disse rejeitar. Também afirmou que Milei prega a ausência de Estado e, na avaliação dele, “ele nem está conseguindo”.
Segundo a mesma reportagem, Cury defendeu um Estado enxuto e com foco na eficiência: citou a necessidade de acelerar processos como a concessão de licenças e de estabelecer indicadores de eficiência para diferentes setores da administração pública.
Na sabatina, o candidato diferenciou as correntes econômicas ao dizer que é contra a intervenção excessiva do Estado e apontar interesse na escola austríaca, mas rejeitar a ideia de ausência total do Estado atribuída a Javier Milei, conforme a Agência Estado.