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De acordo com as autoridades citadas pela BBC, três homens entraram na residência na noite de terça-feira e abriram fogo contra 14 pessoas presentes. Dez foram declaradas mortas no local; quatro foram levadas a hospitais e uma delas morreu depois, totalizando 11 vítimas.
A polícia afirmou que 13 homens e uma mulher — que seria grávida — estariam participando de uma festa na casa quando os atacantes chegaram e dispararam. A mulher está entre os mortos, disse a corporação, conforme a BBC.
Um repórter da emissora local eNCA no local relatou que os suspeitos incendiaram um veículo pertencente a uma das vítimas; imagens mostram um carro queimado. A polícia informou que iniciou uma caça aos autores do ataque.
As autoridades disseram não ter confirmado o motivo do ataque e afirmaram que não podem excluir a hipótese de uma “feud between rival groupings”, segundo a BBC. A polícia também informou que alguns dos mortos estavam sendo monitorados por suspeitas de atividades ilegais, mas não divulgou detalhes para proteger as investigações em andamento.
A reportagem da BBC lembra que a África do Sul tem uma das maiores taxas de homicídio do mundo, com dados policiais equivalentes a mais de 60 mortes por dia. Nas semanas recentes, a descoberta de ao menos nove mulheres assassinadas, algumas cujos corpos foram abandonados à beira da estrada, aumentou a preocupação pública. Em 2025, nove pessoas morreram em um ataque a tiros em uma taberna em Joanesburgo.
O texto também cita declaração do President Cyril Ramaphosa em fevereiro, quando afirmou que o crime organizado era "the most immediate threat to our democracy, our society and our economic development" ao anunciar o envio do exército para apoiar a polícia, segundo a BBC.
As informações desta matéria foram obtidas a partir de reportagem da BBC.