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O motorista Anderson Tavares Bernardo, de 28 anos, envolvido no acidente fatal ocorrido na noite de sábado (8) em Londrina, no Norte do Paraná, dirigia um carro emprestado pela empresa onde trabalha. A informação foi confirmada pelo advogado de defesa do condutor, Thiago Issao Nakagawa, em entrevista à RPC, afiliada da TV Globo.
A colisão causada pelo veículo se deu na Rua Omar Mazzei Guimarães, envolvendo uma moto e um pedestre. Três pessoas morreram no local: Brendon Rían Romanholi Pedroso, de 20 anos, motociclista; Giovanna Pereira Leite, de 18 anos, que estava na garupa; e Alexandre Roberto Bueno, de 51 anos, pedestre que estava na calçada.
Segundo o advogado de Anderson, ele é terceirizado em uma empreiteira e estava conduzindo um carro da firma no momento da batida. O veículo estava em situação regular, e isso não altera as investigações policiais. O motorista realizou o teste do bafômetro, que não indicou consumo de álcool, e não foi preso após prestar esclarecimentos na delegacia.
A Polícia Civil trata o caso inicialmente como homicídio culposo, e novas testemunhas estão sendo ouvidas. A Polícia Científica investiga a velocidade do carro no momento do acidente para auxiliar nas apurações.
Brendon e Giovanna, jovens que estavam na moto, morreram na hora da colisão. Alexandre, que estava na calçada, foi atropelado após o impacto e também não resistiu. Segundo apuração da RPC, ele estava ajudando um irmão ao fechar um imóvel usado para festas próximo ao local.
O advogado do motorista afirmou que acompanha o caso e aguarda os laudos periciais, mantendo seu cliente à disposição das autoridades para eventuais esclarecimentos.
O g1 tentou contato com a empresa responsável pelo veículo, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. As investigações seguem para esclarecer as responsabilidades e as circunstâncias completas do acidente.
Brendon Rían Romanholi Pedroso, de 20 anos, motociclista; Giovanna Pereira Leite, de 18 anos, passageira da moto; e Alexandre Roberto Bueno, de 51 anos, pedestre atropelado na calçada.
Não. O motorista Anderson Tavares Bernardo fez o teste do bafômetro, que não acusou consumo de bebida alcoólica.
Anderson está à disposição da autoridade policial e mantém silêncio em seu primeiro depoimento. Sua defesa acompanha as investigações e aguarda os laudos periciais.